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Enganos, enganadores e enganados no mito e na tragédia de Eurípides
O engano, enquanto reflexo da realidade, está representado em diversos gêneros literários e na literatura de várias épocas. Este trabalho analisa, primariamente, os antecedentes míticos, o léxico e a estrutura dramática dos enganos mencionados ou encenados em todas as tragédias conhecidas de Eurípides, completas ou fragmentárias. Precede a análise um breve estudo da teoria comportamental do engano e de sua presença na literatura antiga, notadamente a da Grécia (dos poemas homéricos até o fim do século V a.C.), e um excurso sobre o engano na poesia
Deception, as a reflex of reality, can be found in many literary genres and literary compositions of all times. This work deals primarily with the mythical antecedents and with lexical and dramatical structure of deceits briefly described or staged in all known Euripides' complete or fragmentary tragedies. A study on behavioral deception theory and its presence in ancient literature, specially in Greece from homeric poems until the fifth century B.C., with an excursus on deception in
Orientadora: Adriane da Silva Duarte (USP).
Banca da defesa: Adriane da Silva Duarte (USP), José Antonio Alves Torrano (USP), Fernando Brandão dos Santos (UNESP), Henrique F. Cairus (UFRJ), Maria Cecília de Miranda Nogueira Coelho (UFMG).
Iphigenia Aulidensis de Eurípides: introdução, tradução e notas
O texto da Iphigenia aulidensis (IA), tragédia de Eurípides encenada pela primeira vez em
The text of Iphigenia aulidensis (IA), Euripides' tragedy staged for the first time in
Orientadora: Adriane da Silva Duarte (USP).
Banca da defesa: Adriane da Silva Duarte (USP), José Antonio Alves Torrano (USP) e Fernando Brandão dos Santos (UNESP).